quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Dicas para ter sucesso na escolha de imóvel para alugar

Caxias do Sul é um pólo universitário e industrial. Na serra gaúcha, a cidade é referência na região atendendo moradores dos municípios vizinhos. Quem escolhe a cidade para morar tem sempre o mesmo dilema: como alugar o primeiro imóvel?
A locação de um imóvel, de regra, necessita de cuidados especiais. Cuidados com o contrato, legislação e documentação própria, direitos e deveres e a manutenção do imóvel são apenas alguns dos itens a serem observados.
A orientação de um especialista contribui para a definição mais adequada, de acordo com as necessidades do locatário. O professor do curso de Transações Imobiliárias do Senac Caxias do Sul, Thiago Galvan, recomenda:

1. Escolha da localização: 
O primeiro passo é delimitar as áreas de preferência, escolhendo quais as localizações que mais atendem a sua necessidade. Procure sempre, uma área que facilite o acesso ao transporte público e, da mesma forma, deve ser próximo a hospitais, escolas, mercado, ou com facilidade para deslocamento até eles. Além disso, opte por imóveis que esteja localizado em uma região de acordo com suas condições econômicas, delimitando a faixa de preço do aluguel a ser pago.
2. Observe seu orçamento antes da locação: Encargos como IPTU, condomínio e seguro do imóvel corre por conta do locatário. Não esqueça, também das despesas ordinárias como luz, água, telefone, serviço de televisão à cabo, etc. A partir disso, estipule uma faixa de preço de aluguel compatível com a renda familiar.
3. Pesquise, visite e vistorie o imóvel: Nunca alugue o primeiro imóvel que encontrar. Sempre visite pelo menos três imóveis dentro da faixa de preço escolhida. Verifique o movimento da rua, vizinhança, estacionamento, garagem, barulho da região, etc. Com a vistoria, verifique verificar a adequação do preço à oferta, bem como se é necessário realizar algum reparo no mesmo. Ela, acompanhada de um laudo por escrito, é fundamental para o caso de, na saída, não ter que realizar reparos de situações já previamente existentes. Pois, lembre-se: a chave do imóvel, ao término do contrato, somente será aceita se o mesmo estiver em condições iguais àquelas que lhe for entregue.
4. Reúna a documentação: De regra, o candidato a inquilino deve possuir comprovante de rendimentos, cópia da identidade e CPF, cópia da CTPS, e dados referentes às garantias, sejam elas reais ou pignoratícias. A Lei do Inquilinato permite que o proprietário exija do inquilino somente um tipo de garantia no cumprimento do contrato.
Essa garantia pode ser de quatro formas:
a) caução através de depósito de bens (exemplo: carro, moto, etc.);
b) em dinheiro, depositado em caderneta de poupança conjunta, em nome do locador ou da imobiliária;
c) fiador (pessoa que se responsabiliza pelo cumprimento das obrigações do locatário);
d) seguro-fiança (feito por uma companhia seguradora).
Preferencialmente, opta-se pelo fiador, que é o meio mais barato. Porém, em caso de inadimplência o fiador acaba sendo o devedor principal.
5. Aspectos legais – requisitos obrigatórios do contrato: Leia atentamente o contrato, riscando os espaços em branco. Esclareça qualquer dúvida que possa surgir, por mais simples e inocente que ela pareça. Se preciso, consulte um advogado especializado ou um órgão de defesa do consumidor.
6. Deveres do locador e do locatário: Ao firmar negócio, é importante que ambas as partes observem os direitos e deveres no que se refere à locação. Ao proprietário, cabe entregar o imóvel em condições de uso, reparar qualquer problema após a locação e fornecer os recibos de pagamento discriminados. Já o inquilino é o responsável por pagar pontualmente o aluguel, utilizar o imóvel conforme contrato e, ao final da locação, devolver no mesmo estado em que o recebeu.
7. Cuide a rescisão do contrato: De acordo com a Lei do Inquilinato, nos contratos residenciais assinados antes de 20/12/1990, o proprietário que desejar retomar seu imóvel terá que dar um prazo de 12 meses para a desocupação.
Nas locações efetuadas após a data acima mencionada, caberá a denúncia vazia (pedido de retomada sem justificação) para os contratos com prazo igual ou superior a 30 meses. Terminado este prazo, o locador que desejar reaver seu imóvel deverá dar ao inquilino 30 dias para a desocupação.
Nas locações celebradas por tempo inferior a 30 meses a denúncia vazia caberá após cinco anos ininterruptos de locação. Além disso, quando o inquilino deixa de efetuar o pagamento do aluguel ou dos encargos (condomínio, água, luz etc.), o locador poderá entrar com uma ação de despejo.
Nesses casos, o locatário, sendo citado, terá prazo de 15 dias para contestar esta ação ou pedir ao juiz para designar data para ser depositado o aluguel (purgação de mora). De regra, fix a-se uma data para a desocupação amigável do imóvel.

Fonte: Imóvel Class

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dicas para ter sucesso na escolha de imóvel para alugar

Caxias do Sul é um pólo universitário e industrial. Na serra gaúcha, a cidade é referência na região atendendo moradores dos municípios vizinhos. Quem escolhe a cidade para morar tem sempre o mesmo dilema: como alugar o primeiro imóvel?
A locação de um imóvel, de regra, necessita de cuidados especiais. Cuidados com o contrato, legislação e documentação própria, direitos e deveres e a manutenção do imóvel são apenas alguns dos itens a serem observados.
A orientação de um especialista contribui para a definição mais adequada, de acordo com as necessidades do locatário. O professor do curso de Transações Imobiliárias do Senac Caxias do Sul, Thiago Galvan, recomenda:

1. Escolha da localização: 
O primeiro passo é delimitar as áreas de preferência, escolhendo quais as localizações que mais atendem a sua necessidade. Procure sempre, uma área que facilite o acesso ao transporte público e, da mesma forma, deve ser próximo a hospitais, escolas, mercado, ou com facilidade para deslocamento até eles. Além disso, opte por imóveis que esteja localizado em uma região de acordo com suas condições econômicas, delimitando a faixa de preço do aluguel a ser pago.
2. Observe seu orçamento antes da locação: Encargos como IPTU, condomínio e seguro do imóvel corre por conta do locatário. Não esqueça, também das despesas ordinárias como luz, água, telefone, serviço de televisão à cabo, etc. A partir disso, estipule uma faixa de preço de aluguel compatível com a renda familiar.
3. Pesquise, visite e vistorie o imóvel: Nunca alugue o primeiro imóvel que encontrar. Sempre visite pelo menos três imóveis dentro da faixa de preço escolhida. Verifique o movimento da rua, vizinhança, estacionamento, garagem, barulho da região, etc. Com a vistoria, verifique verificar a adequação do preço à oferta, bem como se é necessário realizar algum reparo no mesmo. Ela, acompanhada de um laudo por escrito, é fundamental para o caso de, na saída, não ter que realizar reparos de situações já previamente existentes. Pois, lembre-se: a chave do imóvel, ao término do contrato, somente será aceita se o mesmo estiver em condições iguais àquelas que lhe for entregue.
4. Reúna a documentação: De regra, o candidato a inquilino deve possuir comprovante de rendimentos, cópia da identidade e CPF, cópia da CTPS, e dados referentes às garantias, sejam elas reais ou pignoratícias. A Lei do Inquilinato permite que o proprietário exija do inquilino somente um tipo de garantia no cumprimento do contrato.
Essa garantia pode ser de quatro formas:
a) caução através de depósito de bens (exemplo: carro, moto, etc.);
b) em dinheiro, depositado em caderneta de poupança conjunta, em nome do locador ou da imobiliária;
c) fiador (pessoa que se responsabiliza pelo cumprimento das obrigações do locatário);
d) seguro-fiança (feito por uma companhia seguradora).
Preferencialmente, opta-se pelo fiador, que é o meio mais barato. Porém, em caso de inadimplência o fiador acaba sendo o devedor principal.
5. Aspectos legais – requisitos obrigatórios do contrato: Leia atentamente o contrato, riscando os espaços em branco. Esclareça qualquer dúvida que possa surgir, por mais simples e inocente que ela pareça. Se preciso, consulte um advogado especializado ou um órgão de defesa do consumidor.
6. Deveres do locador e do locatário: Ao firmar negócio, é importante que ambas as partes observem os direitos e deveres no que se refere à locação. Ao proprietário, cabe entregar o imóvel em condições de uso, reparar qualquer problema após a locação e fornecer os recibos de pagamento discriminados. Já o inquilino é o responsável por pagar pontualmente o aluguel, utilizar o imóvel conforme contrato e, ao final da locação, devolver no mesmo estado em que o recebeu.
7. Cuide a rescisão do contrato: De acordo com a Lei do Inquilinato, nos contratos residenciais assinados antes de 20/12/1990, o proprietário que desejar retomar seu imóvel terá que dar um prazo de 12 meses para a desocupação.
Nas locações efetuadas após a data acima mencionada, caberá a denúncia vazia (pedido de retomada sem justificação) para os contratos com prazo igual ou superior a 30 meses. Terminado este prazo, o locador que desejar reaver seu imóvel deverá dar ao inquilino 30 dias para a desocupação.
Nas locações celebradas por tempo inferior a 30 meses a denúncia vazia caberá após cinco anos ininterruptos de locação. Além disso, quando o inquilino deixa de efetuar o pagamento do aluguel ou dos encargos (condomínio, água, luz etc.), o locador poderá entrar com uma ação de despejo.
Nesses casos, o locatário, sendo citado, terá prazo de 15 dias para contestar esta ação ou pedir ao juiz para designar data para ser depositado o aluguel (purgação de mora). De regra, fix a-se uma data para a desocupação amigável do imóvel.

Fonte: Imóvel Class

Decoração: ainda dá tempo de aquecer a casa

Especialista aponta como melhor aproveitar o uso da cortina, pintura e iluminação para deixar a casa mais quente no inverno
Falta menos de um mês da primavera, mas o frio continua dando o ar da graça de forma intensa em algumas regiões do país. Para aqueles que ainda querem aproveitar o último mês de inverno para apostar em opções que deixem a casa mais quente, o especialista Willian Cruz lista no blog Portais Imobiliários algumas dicas.

Cortinas. Existem tecidos que vedam a entrada de luz e garantem o isolamento térmico.
 Iluminação. A luminosidade do imóvel também deve ser considerada. Luzes com tom amarelado são mais apropriadas porque lembram a luz solar. Opções como  abajures revestidos com tecidos grossos dão um ar sofisticado.
 Pintura. O frio é uma ótima justificativa para inovar e utilizar tons mais pesados, pois cores escuras transmitem uma sensação de conforto. Se você não quer pintar nada, o papel de parede pode ser uma boa solução.
Reforma de imóvel. Quem estiver disposto a reformar o imóvel, paredes duplas nas áreas de menor insolação, janelas amplas e piso de madeira são dicas clássicas para combater o frio.


Fonte: Red Imob


Site ajuda a renovar a casa e negociar peças em desuso

Para renovar a casa, muitas vezes é preciso se livrar de algumas peças e comprar outras. O site Sala Sale (www.salasale.com.br ) nasceu para suprir essa necessidade em um único lugar.
Na página, é possível comprar móveis e acessórios novos e usados e também colocar à venda o que já não combina mais com a decoração.
Como as peças, antes de serem anunciadas, passam por critérios de qualidade e estilo, a possibilidade de encontrar um produto com um design bacana, de uma marca de destaque por um preço mais em conta aumenta.
Há móveis de designers como Sérgio Rodrigues, sofá da Micasa e artigos da Artefacto.
O layout da página é clean e de fácil navegação. Para anunciar um produto é cobrada uma taxa de 20% sobre a venda e mais R$ 2 de mídia.


Sofá Mole, do designer Sérgio Rodrigues, possui estrutura original, porém o tecido e as alças foram trocados. Tempo de Uso: 45 anos. R$ 20.000 

Sofá Chesterfield em linho com acabamento em tachas e pés com rodízio. Tempo de Uso: 1 ano

Sofá Chesterfield Paul em Couro Natural com encosto em Matelassê. Tempo de Uso: Novo 

Poltrona estilo inglês, com estampa floral e rodízios. Tempo de Uso: Novo. R$ 1.525,00 


Fonte: Folha de S. Paulo









Lareiras elétricas: saiba como funcionam e conheça seis modelos diferentes

Toras de cerâmica imitam as lenhas de madeira e as imagens das chamas são produzidas em 3D


Você gosta do calor e do aconchego que uma lareira proporciona, mas prefere não ter de lidar com fogo ou, simplesmente, não pode ter um modelo à lenha em casa devido a questões estruturais? Nesses casos, as lareiras elétricas, também conhecidas como lareiras virtuais ou digitais, são excelentes opções. E trazem facilidade em seu uso – basta apertar um botão, da própria lareira ou de um controle remoto, que já são acesas.
O sistema desses equipamentos é o mesmo dos aquecedores e, portanto, precisam de uma tomada. Para garantir o efeito do fogo queimando, toras de cerâmica imitam as lenhas de madeira e as imagens de chamas são produzidas em 3D. Além disso, o sistema de aquecimento não precisa ser sempre acionado. Você pode utilizar a lareira apenas como um elemento decorativo.
Como o principio de funcionamento é o mesmo das estufas, a lareira elétrica tira a umidade do ambiente. Então, é indicado deixar um recipiente com água no local. Você pode, por exemplo, aproveitar e complementar a decoração com um vaso de água que combine com os elementos da sala.
Conheça seis modelos diferentes e esquente os ambientes do seu lar:
A lareira Nogal, à venda na Polytec, tem acabamento preto com detalhes em madeira. O efeito da chama é feito em 3D.
lareira elétrica-frio-inverno

 

Outra opção da Polytec é a Lenho CS 33, com acabamento em preto fosco.
lareira elétrica-frio-inverno


Com design mais moderno, o modelo Lenho VCX, da mesma loja das lareiras anteriores, possui vidro temperado convexo com acabamento em preto.
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Já a lareira Ártico, também da Polytec, possui moldura em madeira com acabamento branco.
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A lareira Aspen DF32 da Dimplex possui também um purificador de ar. Vem com porta de vidro e cortina de aço.
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O modelo Undara, à venda na Casa das Lareiras, tem uma estrutura mais tradicional, que lembra as conhecidas lareiras à lenha. 
lareira elétrica-frio-inverno





















Fonte: Pense Imóveis

Mude a decoração de sua casa sem gastar nada

Arquitetos dão dicas de como reaproveitar móveis e objetos


Você acha que está na hora de mudar a decoração de sua casa, mas está sem dinheiro para investir em móveis e acessórios novos?
Não se preocupe! O ZAP Imóveis consultou quatro arquitetos que dão dicas de ouro para que você renove o visual aproveitando móveis e objetos que já tem em casa.
Use a sobra de tinta que tem em casa para pintar uma das paredes (Foto: Thinkstock)
O arquiteto Augdan de Oliveira Leite orienta que, a primeira coisa a se fazer, é pesquisar na sua casa tudo o que tem e não usa mais. “Junte tudo, desde móveis até objetos e tecidos, e comece a fazer uma releitura de tudo o que poderá aproveitar.”
A arquiteta Laurimar Coelho explica que o bom senso é o que deve prevalecer na hora de escolher o que pode ser reaproveitado. “No caso de móveis, é preciso avaliar se eles vão ou não se adequar à nova decoração. Depois, é preciso ver o estado de conservação. Se estiverem sem cupins, rachaduras ou outros danos, é possível restaurá-los com laca, pátina ou outras coberturas”, aconselha.
Para Laurimar, cortinas ou tapetes podem não combinar com os objetos novos e destoar do conjunto. A troca de eletrodomésticos deve ser feita com cautela, sempre observando as dimensões dos móveis existentes para não correr o risco de não entrarem no espaço reservado a eles.
A arquiteta Lucilene Leitte reforça que um ambiente bem cuidado, com pequenos detalhes, faz toda a diferença. “Pequenos objetos decorativos, uma boa arrumação de livros e composições de jogos de cama já deixam o ambiente com cara de novo”, argumenta.
Revista a cômoda antiga com sobras de tecido (Fotos: Divulgação)
Para Lucilene, tudo pode ser reaproveitado, desde que esteja em bom estado. “Misturar peças novas com peças antigas de família dá um charme especial. Agora, se quiser mudar o quarto e a verba está curta, por que não revestir a cabeceira antiga com tecido?”, sugere.
No caso de uma escrivaninha um pouco desgastada, a arquiteta diz que é possível revesti-la com adesivos com imagens bonitas.
“Pode-se repaginar as peças antigas com tecidos, adesivos e papel de parede. Até o refrigerador e o frigobar ganham ares de novos com essas aplicações”, ensina.
Lucilene garante que tintas, texturas e fitas podem dar um jeitinho rápido nas coisas que não estão agradando.
Reinvente a cadeira, utilizando-a como criado-mudo
Augdan, por sua vez, exemplifica que uma colcha antiga pode ser usada para fazer almofadas ou uma cortina. “É só comprar ganchinhos e colocar no varão”, explica.
Para ele, uma forma de deixar a casa de cara nova é reorganizar o espaço. “Por exemplo, se você tem muitos livros em casa, tudo junto num canto, pode reorganizá-los por cores, colocá-los num canto do móvel e pôr um abajur em cima, ou uma luminária, e isso dará um ar de decoração”, ensina.
Outra dica de Augdan é fazer uma seleção dos quadros que tem. “Nem sempre é preciso pendurá-los, pode só encostá-los na parede, em cima de um móvel, o que dá um ar de modernidade e, se foram em preto em branco, fica ainda mais interessante.”
Se tiver tinta que sobrou em casa, pode usá-la para pintar um móvel e também trocar os puxadores. “Só isso já muda bastante o ambiente”, diz Augdan. Com sobras de tinta também é possível pintar uma parede só da sala para dar mais vida.
Resto de tinta também pode ser usado para reformar um móvel antigo (Foto: Thinkstock)
Outra dica bacana de Augdan é usar garrafinhas de vidro para enfeitar a mesa de centro com flores. “Junte umas quatro delas na mesa de centro, com uma flor em cada uma, ou use separadas no balcão ou aparador, com uma flor natural ou artificial de boa qualidade em cada garrafinha”, diz o arquiteto.
Até bijuterias que você não usa mais, como colares e brincos, podem ser aproveitados na decoração. “Um colar que imita pérolas pode ser usado para amarrar a cortina e o fecho pode ser o brinco de imitação de pérola ou de pedraria”, sugere Augdan. “O broche de pedraria que foi da vovó pode ser colocado bem no meio da almofada para personalizá-la”, opina o arquiteto.
Até mesmo aquelas toalhinhas de crochê que não se usam mais podem ser aproveitadas para fazer um xale para o sofá ou para a cortina. “Ou pode-se juntar várias toalhas e fazer uma cortina para usar como divisória de porta ou mesmo na janela. Isso dá personalidade para a sua casa e traz boas recordações”, diz Augdan.
Se tiver uma escada em casa, aplique tinta nela e use-a como cabideiro
Confira as dez dicas da arquiteta Thais Lacialamella para mudar a decoração sem gastar nada:
1) Reutilizar pallets, caixotes de madeira ou restos de madeira de móveis antigos para fazer prateleiras, mesas de centro, nichos, cabeceiras para camas, sapateiras, painéis ou racks para TV. Para isto, basta separar o caixote ou a madeira, cortar do tamanho que deseja (ou solicitar ajuda de um marceneiro para isso, ele não deve cobrar nada), pintar da cor que deseja e montar do jeito que mais agradar com prego e cola e, se preferir, fixar com bucha e parafusos adequados;
2) Papel de parede costuma custar caro. Então, separe aquela cortina de que tanto gosta, mas que não coube no vão atual da sua janela, desfaça as costuras e, com cola apropriada e ajuda do companheiro ou de um colega, cole em uma parede do quarto ou da sala para servir de base para um mural de fotos feito de molduras antigas ou porta-retratos;
3) Aquele móvel antigo da família que está esquecido no porão pode ser reformado e ter a sua cara. Basta lixá-lo e aplicar verniz, tinta própria para madeira, papel contact ou mesmo colar retalho de tecido para dar o seu toque e não gastar quase nada. Ou então troque os puxadores, esse detalhe já dá cara nova ao ambiente;
Malas antigas podem virar mesinhas de centro
4) Mude os móveis de lugar ou reinvente seu uso: use cadeiras como criados-mudos, aparador como bancada para lavabo, escrivaninha como aparador, biombo ou portas e janelas como cabeceiras de cama;
5) Caixas de papelão (aquelas de supermercado) encapadas com tecido transformam-se em lindos organizadores de tecido;
6) Aquele escorredor ou ralador antigo pode se transformar em plafon ou arandela interessante, basta fixar soquete e lâmpada, de preferência fluorescente em tom quente;
7) Para ampliar aquela mesa de jantar de quatro para seis lugares, basta fixar um tampo de vidro (incolor ou da cor que preferir ou tiver) da largura da mesa para deixá-la, com, no mínimo, 1,80 m de comprimento;
Garrafas e potes de vidro podem ser transformadas em vasos de flores
8) Está sobrando uma folha de porta e falta uma mesa de trabalho? Retire as ferragens, tampe as imperfeições com pó de madeira, pinte ou revista com contact e tecido (você pode pregar o tecido com grampeador ou cola apropriada) e monte a porta em cima de cavaletes, baldes de tinta encapados ou tijolos de demolição envernizados;
9) Quer um pufe estiloso? Selecione revistas de lombada quadrada, empilhe até dar altura de 45 cm, acomode uma almofada por cima delas e fixe tudo com dois cintos de couro, é um charme só;
10) Sabe aquelas malas antigas do seu tio-avô? Elas podem virar mesa de canto (basta empilhar pelo menos duas), cama para seu pet (basta mantê-la aberta e colocar um edredom de solteiro dobrado ou um travesseiro com fronha), banquetas e até poltronas (será necessário ter habilidade para fixar pés com porca e parafuso e estofar com espuma e tecido, mas não custa tentar).

Fonte: Zap Imóveis

Crédito imobiliário da Caixa bate os R$ 85 bilhões em agosto

 Os números divulgados recentemente sobre o montante cedidos para crédito imobiliário, de janeiro até a primeira quinzena de agosto de2013, pela Caixa Econômica Federal revelam um aumento de 41,5% em comparação com os mesmos meses do ano passado. 

O crédito imobiliário da Caixa foi de R$ 85,2 bilhões. Destes, R$ 50,06 bilhões foram para compra de imóveis individuais, novos ou usados, e R$ 35,18 bilhões para financiamento de empreendimentos habitacionais. 

O volume representa quase 80% das contratações feitas pelo banco em 2012, que atingiram R$ 106,7 bilhões. Para 2013, a projeção é que o financiamento da casa própria ultrapasse os R$ 130 bilhões. 

Fonte: Imovel Class