terça-feira, 29 de outubro de 2013

Segurança e valorização são principais motivos para se investir em imóvel

Pesquisa da Lopes mostrou que 66% dos entrevistados ainda acreditam que possam adquirir de dois a três imóveis para investimento

Não são somente os preços ou a localização que os compradores têm levado em consideração na hora de comprar um imóvel para usar como geração de uma renda extra.


Cerca de 40% dos compradores de imóveis em São Paulo são investidores, diz levantamento (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

Segundo um estudo realizado pela Lopes, empresa de consultoria e intermediação imobiliária do país, apontou que a segurança e a valorização são os principais fatores relacionados à aquisição de um imóvel com finalidade de investimento.
A pesquisa, composta por 222 entrevistas, revelou que a segurança de retorno (90%) é um dos principais pontos a serem levados em conta na hora da compra, seguida de valorização de imóvel (88%) e aumento do patrimônio (79%).
Entre outros motivos que envolvem a decisão da escolha do imóvel ainda estão rentabilidade (78%), proteção contra crises (70%), condições e fluxo de pagamento (69%), aluguel como renda futura (61%), mudança nas condições de crédito (59%) e melhor opção que investimento financeiro (53%).
O levantamento da empresa ainda mostrou que, com a melhoria da situação macroeconômica e as facilidades de financiamento, 66% dos entrevistados ainda acreditam que, ao longo de suas vidas, possam adquirir de dois a três imóveis para investir.
Na semana passada, a Lopes já havia divulgado que 40% dos compradores de imóveis em São Paulo são investidores.
Para 55%, a principal razão para a compra foi para moradia própria. Já em 4% dos casos foi para uso de outra pessoa, enquanto para 3% o objetivo era que o imóvel servisse unicamente como local de trabalho.

Fonte: Zap Imóveis 

Ações locatícias tem queda na capital em setembro

A falta de pagamento, com 1.121 ocorrências, correspondeu a 80,4% do total do período, de acordo com o Secovi-SP



Falta de pagamento continua sendo a principal causa dos processos em setembro (Foto: Banco de Imagens/ThinkStock)

Em setembro, foram protocoladas na cidade de São Paulo 1.395 ações locatícias, segundo levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), baseado em dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Isso representa uma queda de 8% em relação aos 1.516 processos do mês anterior, e de 9,7% frente às 1.544 ações de setembro de 2012.

A falta de pagamento continua sendo a principal causa dos processos em setembro, com 1.121 ocorrências, o que equivale a 80,4% do total. “Em relação a agosto, as ações por inadimplência caíram 8,5%”, informa Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.
As ordinárias, com 172 casos, ocuparam a segunda colocação, com 12,3%. As ações renovatórias (93) ficaram com 6,7%, e as consignatórias (9), com 0,6%.
O total acumulado de janeiro a setembro foi de 14.438 processos locatícios, contra 15.860 nos nove primeiros meses de 2012, uma redução de 9%.

Fonte: Gazeta do Povo 

EUA: vendas pendentes de imóveis registram maior queda em 3 anos

O índice despencou 5,6%, o quarto mês seguido de queda
As vendas pendentes de moradias nos Estados Unidos registraram a maior queda em mais de três anos em setembro . A National Association of Realtors (NAR), informou nesta segunda-feira que o índice de vendas pendentes, baseado em contratos assinados no mês passado, despencou 5,6%, para 101,6, o quarto mês seguido de queda.
Segundo o portal Terra, economistas esperam leve alta. As taxas de hipotecas subiram de forma expressiva desde maio por conta de apostas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, começaria a reduzir o programa de estímulo monetário. Mas nas últimas semanas, as taxas perderam um pouco do fôlego.
O número de novos contratos assinados para comprar imóveis residenciais bateu no menor nível no mês passado desde dezembro. Foi a maior queda mensal desde maio de 2010, quando um crédito tributário sobre compra de casas estava acabando, disse um porta-voz da Associação.

Fonte: Red Imob

Você é o que empilha: livros decoram a casa e falam sobre quem é o morador

Ocupando posição de destaque na loja William Wayne & Co. da avenida Lexington, em Nova York, fornecedora de acessórios decorativos, o que temos é um livro clássico.
Em um mostruário envidraçado na entrada da loja, entre um cinzeiro do Stork Club e uma embalagem clássica do pó compacto Revlon, há um livro em formato pequeno e com uma estampa de zebra muito característica em sua capa de linho.
Publicado em 1940, "I Married Adventure", de Osa Johnson, traz as memórias da vida da autora em safári permanente na companhia do marido, o aventureiro e fotógrafo Martin Johnson.
Como os demais objetos que o cercam, o livro, que custa US$ 150, é uma recordação sobre uma determinada forma de boa vida.

A autobiografia de Richard Avedon, com letras vermelhas sobre material de encadernação marrom, é um clássico da fotografia e da decoração

Temas indianos na capa de livros combinam com demais elementos da decoração

"I Married Adventure”, de Osa Johnson, traz as memórias da vida da autora em safári permanente na companhia do marido, o aventureiro e fotógrafo Martin Johnson. A capa de zebra chama a atenção

Os livros escolhidos para decorar mesas e sala dizem sobre quem é o morador

Empilhe livros de tamanhos, cores e tipograficas diferentes e inusitadas




Também é um totem conhecido entre aqueles que trabalham nas artes decorativas --decoradores, designers e editores de revista-- como um código visual que causa ou sorrisos ou caretas.
"A cada cinco meses, mais ou menos, surge um exemplar em uma loja ou feira de antiguidades e tenho de desviar meus olhos e fugir correndo", diz Jeffrey Bilhuber, veterano decorador de interiores de Manhattan.
"Caí vítima dele uma vez, quando jovem. Foi meu primeiro grande projeto, mais de vinte anos atrás, uma tentativa de demonstrar sofisticação. Mas assim que vi o livro sobre a mesinha de centro, percebi que tinha cometido um erro".
Que livros podem ser belos é um truísmo na indústria editorial. Que podem ser decorativos, objetos gráficos a serem exibidos sobre superfícies horizontais como qualquer outro bibelô, é uma realidade que os decoradores abraçaram.
Mesmo sabendo que certos títulos tendem a ressurgir periodicamente na forma de peças de decoração, como uma canção pop tocada muito mais vezes do que mereceria.
Do "Cabinet of Natural Curiosities" da Taschen, um calhamaço de quase dez quilos lançado em 2011 com capa vermelho coral, a títulos antigos como o de Osa Johnson ou qualquer um dos livros de Slim Arons, fotógrafo de momentos de lazer da classe alta tradicional dos Estados Unidos na era "Ice Storm", o livro de mesinha de centro (ou livro ilustrado, para usar o jargão do setor) diz tanto sobre o decorador que projetou uma sala quanto sobre a personalidade do dono da casa.
SOBRECAPA
Nas palavras de Tom Scheerer, cuja monografia "Tom Scheerer Decorates" sai neste mês pela Vendome Press, "ah, o subtexto e o prestígio das mesinhas de centro".
Ao selecionar o padrão de capa que solicitou que a editora adotasse para seu livro, Scheerer "estava pensando na disputa do espaço da mesinha de centro e sobre como usar esse tipo de recurso para ajudar na disputa por posição".
Ainda que, em lugar de optar por uma estampa zoológica, ele tenha escolhido uma referência à cana, mais próxima de seu léxico visual.
Os compradores já reportam que estão abandonando a sobrecapa para deixar visível o padrão decorativo da capa, diz Scheerer. Aestate, autor de um conhecido blog de design, se referiu ao livro sem a sobrecapa como "uma total delícia para a mesinha de centro".
Magowan, editor da Vendome, lembra-se de ter encadernado um livro sobre minigolfe com grama artificial, um material que causou estrago na gráfica que imprimiu o livro em Cingapura.
A produção foi suspensa até que "descobríssemos uma forma de encadernação que não pulverizasse a grama artificial".
Capas distintivas, ele aponta, costumam ter bom efeito. "O que quer que possamos fazer para tornar o objeto mais especial ajuda", ele disse.
O decorador Miles Redd deu ao seu livro, um grosso volume de mais de três quilos lançado no ano passado pela Assouline, o título "The Big Book of Chic" e escolheu um fundo branco com letras vermelhas para a capa, ecoando clássicos como a autobiografia de Richard Avedon (letras vermelhas sobre material de encadernação marrom).
"Foi estratégico", diz Redd. "Gosto de tipografia. Minha sensação era de que todo decorador tinha um livro e eu queria me destacar. O meu talvez venha a ser um desses que você se cansa de ver. Isso significa que será um sucesso, e portanto, ótimo".

Fonte: Folha de S. Paulo


Decoração atraente: cores e imagens aguçam os sentidos em motel de luxo

As suítes do Audace Motel, em Porto Alegre, foram decoradas a partir de diferentes temáticas, desde motivos orientais até o estilo contemporâneo


Em soft opening desde o final de setembro, o Audace Motel marcará a sua entrada efetiva em Porto Alegre com o leilão online de cinco “suítes virgens” – que pode ser acompanhado em detalhes aqui. Com ambientes decorados a partir de diferentes temáticas, desde motivos orientais até o estilo contemporâneo, o estabelecimento pretende oferecer um serviço de luxo em suítes sofisticadas.
O arquiteto Marcelo Muller, diretor e coordenador daNúcleo Arquitetura, escritório responsável pelo projeto do Audace, conta que a equipe buscou inspiração em motéis e hotéis em diferentes cidades do Brasil e do mundo.  “O prédio traz no perfil curvo dos contornos das fachadas a referência à sensualidade, às ondas e ao movimento. As cores utilizadas, preto, prata e vermelho, reforçam o caráter de sensualidade”, explica o profissional. Um sistema de iluminação LED RGB, instalado por trás do muro de vidro laminado translúcido, também permite a criação de diferentes efeitos de cores.  
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Segundo Muller, não há suítes iguais. “Assim, cada visita ao Audace será uma novidade”, garante. “Todos os ambientes contam com um toque de audácia, seja nas cores, em imagens em grandes formatos (presentes em todas as suítes), além dos itens de decoração. O Loft 40 (abaixo), por exemplo, abusa de cores fortes. “Fetiche é a referência”, explica o arquiteto.
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Já o Loft 50 explora mais o estilo contemporâneo. No ambiente, a aposta foi o uso da cor de concreto, além de pontos com amarelo e vermelho. “O toque de erotismo fica por conta de uma imagem ampliada e ousada”, relata Muller.

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As suítes, por sua vez, diferenciam-se entre si pelas cores e acabamentos. Logo abaixo você pode conferir a 9 e a 11.
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Por fim, a Top Suíte 52 também ganha destaque por ser uma das maiores do motel. Concreto, amarelo e madeira marcam a decoração do ambiente. Além disso, assim como as outras Top Suítes de Luxo e Master, a suíte possui pista de pole dance, sauna particular e iluminação especial.

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Fonte: Pense Imóveis 

Veja dicas de como decorar sua casa com seu esporte favorito

Tem sido cada vez mais comum as pessoas utilizarem suas práticas esportivas como tema de decoração nas suas casas



Se o esporte faz parte do gosto da família, é possível inserir os objetos em várias partes da casa (Fotos: Divulgação)

Estar perto daquilo que lhe traz prazer faz muito bem, ainda mais quando isso pode ser feito dentro de sua própria casa. Por isso, cada vez mais as pessoas têm optado por utilizar a decoração para transpor algumas sensações.

Um exemplo disso são os amantes de práticas esportivas. Tem sido cada vez mais comum as pessoas utilizarem seu esporte favorito como tema para sua decoração. Porém, há alguns cuidados a serem tomados. De acordo com a arquiteta Adriana Victorelli, um projeto harmônico e contemporâneo nunca deve ser muito temático. “Quadros de parede que remetem ao esporte podem ser boas alternativas para expor sua modalidade preferida”, explica.
Prancha de surfe decoram o escritório da casa
Segundo ela, fotos, camisas e equipamentos também podem ser emoldurados e estampar uma parede com informações que poderão ser complementadas ou mesmo substituídas ao longo do tempo, e isso pode ser feito em qualquer ambiente.
A arquiteta Luciana Quadrado lembra que o melhor ambiente para usar e abusar da decoração com o tema é o quarto de quem ama esporte e valoriza os objetos de sua própria coleção. “Se ele possui uma camisa do time autografada, por exemplo, pode enquadrá-la. Se tem uma luva de boxe, pode pendurá-la em um local visível”. Além disso, ela comenta que, nesse ambiente, é possível também utilizar papéis de parede que remetam ao tema, roupa de cama com as cores do time, ou mesmo objetos de decoração, como carrinhos de corrida.
Para toda a família – Agora, se o esporte faz parte do gosto de toda a família, é possível inserir os objetos em várias partes da casa. Além disso, segundo Luciana, se o gosto familiar for por uma determinada modalidade, como xadrez, por exemplo, pode-se inserir uma mesinha em um canto da sala posicionada de forma a integrar-se ao ambiente, mas, ao mesmo tempo, caracterizar o local como espaço para jogos. “Fiz um projeto dessa forma. Colocamos uma mesa pequena no canto da sala para que a família pudesse jogar xadrez e diferenciamos o local do restante da sala com iluminação, usando um lustre pendente mais baixo”, conta.
Outra opção é utilizar móveis camuflados. Adriana conta que hoje há no mercado diversas opções de móveis que possibilitam o uso corriqueiro e também podem ser revertidos para uso em esportes, como bilhar ou carteado, sempre que houver um evento apropriado.
O melhor ambiente para usar e abusar da decoração com o tema é o quarto
“Se o objetivo é praticar o esporte no ambiente, o primeiro ponto a levantar é se o espaço é adequado à prática da modalidade escolhida”, finaliza Adriana.
Fonte: Zap Imóveis 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Por que é importante é a vistoria do imóvel antes da compra?

O comprador deve ter atenção à área útil do imóvel, vagas de garagem e cópias de documentos do imóvel para verificar.
Por mais que a compra de uma casa ou apartamento seja tentadora a ponto de querer fechar o negócio imediatamente é importante o comprador vistoriar o imóvel para saber o que de fato está comprando.
Segundo reportagem do portal Exame, a área útil é o fator mais importante para se calcular o preço do metro quadrado e fazer a comparação com o preço de outros imóveis na mesma região. Para isso, é preciso levar um arquiteto ou engenheiro para medir o imóvel, desde que caiba no orçamento.
Ao visitar o imóvel, é preciso atenção também às vagas de garagens e procurar saber como elas são divididas. A vaga é demarcada? Ou é de quem chegar primeiro? Sorteada de tempos em tempos? Verificar na documentação se o imóvel de fato vem com aquelas vagas também é fundamental.
Para evitar contratempos posteriores, o consultor aconselha que se faça um inventário de tudo o que vem incluído na compra do imóvel, informando-se também o que será retirado. Esse laudo será anexado à promessa de compra e venda.

Fonte: Red Imb